23/03/2026 23:20 (UTC)
Caracas, 23 mar (EFE).- Milhares de simpatizantes do chavismo marcharam nesta segunda-feira nas ruas de Caracas para exigir o fim das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia, em meio à aproximação entre o governo de Delcy Rodríguez com a administração de Donald Trump.Hasteando a bandeira nacional e com cartazes a favor da paz, os manifestantes se reuniram desde a manhã na Praça Morelos, onde fica a sede da Defensoria do Povo, e marcharam até a Praça Caracas, onde também estava prevista a chegada de uma manifestações de sindicalistas que exigiam do governo um aumento salarial e que, ao final, não pôde chegar.Desde o palanque principal, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, afirmou que a Venezuela tem sido vítima das "mais perversas sanções econômicas" pelos governos dos Estados Unidos, da União Europeia e "outros que se acharam no direito de sancionar nosso país".Nesse sentido, disse que a luta pelo levantamento das sanções convém a todo o país porque isso traria o retorno das "condições" do governo do falecido presidente Hugo Chávez (1999-2013)."Voltaremos à construção de moradias, a um sistema de saúde poderoso, ao sistema de salários mais altos da América, voltaremos a uma educação completa", prometeu também o secretário-geral do governante Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).Cabello acrescentou que a luta dos trabalhadores é a mesma que a do chavismo, mas esclareceu que também há "outras lutas" a serem atendidas. Na manifestação participaram militantes do PSUV e outras organizações que apoiam o chavismo, bem como trabalhadores de instituições públicas. IMAGENS: IVÁN CÁRDENAS.RECURSOS GERAIS DA MARCHA E DECLARAÇÕES DE DIOSDADO CABELLO, MINISTRO DO INTERIOR, E CARLOS MORENO, TRABALHADOR DA ESTATAL PETRÓLEOS DE VENEZUELA.
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